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jul

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rotina

Sair da rotina é preciso!

Considero a rotina uma coisa boa. É bom ter um planejamento e um mínimo de organização para fazer as coisas darem certo, para nos centrar, manter os pés no chão, e nos fazer enxergar o sentido dos nossos sonhos. É bom, inclusive, para nossa saúde mental. Mas convenhamos que, às vezes, ela cansa, torna os dias mais pesados.

Quantos de nós, muitas vezes, não nos queixamos da famigerada rotina, que por tantos momentos, desgastou relações, gerou atritos, e até nos fez questionar se o rumo que nossas vidas estava tomando era, de fato, o que queríamos. É comum períodos em que isso acontece, pois é isso que a exaustão do cotidiano pode gerar.

Mas então, o que fazer diante disso? Como fugir da rotina, ou não deixar que ela atrapalhe tanto nosso dia a dia e nossas relações?

Primeiramente, é preciso sair dela, dessa rotina exaustiva, de vez em quando. E não tem melhor forma de fazer isso do que viajando, ampliando nossos horizontes, encontrando novas rotinas, vendo novas coisas, ambientes e pessoas (mesmo que já sejam conhecidas, mas sempre vemos com um novo olhar), respirando novos ares e permitindo, assim, reflexões.

Viajar é a maneira mais comum de romper com o usual. Mas nem sempre é possível. Então, mesmo que não seja em viagens, podemos sempre pensar em fazer coisas diferentes, acrescentar atividades variadas, apenas para dar uma movimentada e quebrar a rotina, pois, ao fazermos isso, conseguimos nos ampliar, e ver coisas que muitas vezes, no dia a dia, estão nos sufocando e não sabemos como lidar ou sair daquilo. Mas ao nos permitirmos um tempinho, por menor que ele seja, desde que seja o suficiente para nos fazer romper com aquele cotidiano, é bom e importante para repensarmos e ponderarmos sobre nossas vidas.

Portanto, o que importa, de fato, não é como você fará para sair da rotina, mas aprender a lidar com ela é fundamental. Tanto para refletir quando é necessário repensá-la, ou acrescentar outras atividades, quanto para compreender como ela nos afeta e afeta as nossas relações, para não permitir, assim, que o desgaste nos consuma e esgote quem está ao nosso redor. Então, viajar é preciso, independente se é essa viagem é para fora, para o “mundo” ou para dentro de nós mesmos.

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